Poema Português Anoitecer

Anoitecer


Calmamente a mente, mente.

Á frente do poente quente,

a poluente lente, mente.


Na chama, a montanha toca.

Na luz, a escuridão brota.

Nos furos do manto a luz mostra,

que a chama, não está morta.


A rocha, a luz emita.

Mente, brilha e nos excita.

Ao redor da bola gira.

Enche a praia, assina na terra.


Em cima ensina e tudo muda.

Nua brilha, a alma acordada anima.

E a montanha na rocha toca.

O buraco na manta mostra,


que a luz não está morta.

A luz a montanha larga.

Voa, e a terra clareia.

Sonhando acordado vi,

mais um dia na minha aldeia.




Nesse poema viajo pelo tempo, pelos astros nos céus. Paro por aqui. Deixo o resto da viagem e a sua interpretação por vossa conta. Espero que brote boas ideias e bons sentimentos em vocês.



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